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O carnaval e as reclamações da área da telefonia
talvez sejam os assuntos que mais debati ao longo destes doze anos
escrevendo artigos e crônicas. Recordo-me de que o primeiro
deles sobre “folia”, cujo título era “a
alegoria da mangueira”, questionava a distribuição
de camisinhas pagas com o dinheiro do contribuinte. Lembro-me ainda
de outro em que me posicionava afirmando que “a sociedade
estava no cio”. Erotismo e sexualidade, sem limites e sem
crença! Portanto, esta não é uma análise
nova, mas agora, ainda merece ser compartilhada na esperança
de que alguma autoridade séria chame para si a responsabilidade
que o caso requer e tome a atitude que parte considerável
da população mais esclarecida aguarda de um bom administrador
público, em qualquer município. Principalmente que
tenha bom senso!
Nos últimos anos, o carnaval se tornou a mais bizarra das
“festas” do povo brasileiro. Quase sempre vem motivada
pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas, além
de muito destaque para o homossexualismo! E os ingredientes colocados
pelo governo ano após ano, parecem gasolina na fogueira,
pois até agulhas e seringas para drogados já foram
distribuídas. Até as chamadas “pílulas
do dia seguinte”. Uma maneira sutil de introduzir e aprovar
o aborto! As manifestações contrárias a essa
prática não se restringem apenas à Igreja Católica.
É um sentimento ecumênico.
Contestação
de todo homem de bem! Embora poucos segmentos religiosos se manifestem
abertamente a respeito, nenhum deles tem compactuado ou simplesmente
apoiado a festa de Momo. Não há base bíblica
que justifique o chamado “Carnaval de Jesus”, que francamente,
perdoem-me, cheira mais à heresia. Concorda?
O que está escrito no parágrafo anterior foi feito
para o carnaval do ano passado. Em cidades pequenas e médias,
o carnaval perdeu a exuberância e o sentido, salvo e restrito
apenas aos locais em que realmente se tornou tradição.
No geral, não se justifica mais investir neste área!
Com um agravante: estamos ou não em crise ou recessão?
Prá que esta gastança?
A
maioria da população já não comunga
com esta idéia e com estes abusos, essa é a verdade.
Os novos administradores, incluindo prefeitos e os vereadores, têm
obrigação de assumir postura mais responsável
com relação a questão. Se estão pensando
que os eleitores que “pulam” carnaval são suficientes
para mantê-los no poder é bom repensar. Ficará
governando apenas os que agirem com diligência!
Os grandes tiranos da história – e agora alguns “democratas”
- descobriram que o povo gosta de farra. Esquecendo-se da sua condição
serviçal, de seu quase meio ano de trabalho para o sustento
do rei e da corte esbanjadora, parte ignorante da população
adora abanar o rabo por qualquer motivo fútil, infelizmente.
O carnaval é um destes motivos! Alguns classificam esse evento
como “cultura de massa”. Nele a pessoa esquece tudo!
A cabeça é ocupada pelo vazio e pela indiferença.
Não há mais assalto, tráfico e violência
porque os criminosos estarão também mergulhados na
diversão, querendo saber se a sua escola foi a vencedora
da avenida. Isso é o que importa!
O carnaval é definido no dicionário como “confusão,
trapalhada, desordem”. Na internet, também selecionei
algumas considerações sobre a folia. Preste atenção!
São posicionamentos vindos de diversos sites, cujos principais
pontos são estes: “O carnaval tem raízes históricas
que remontam aos bacanais e a festejos similares em Roma; é
considerado uma vazão para prostituição, convite
ao desvirginamento, porque são cinco dias em que vale tudo.
A festa popular passou a ser festival de frustrados, onde turistas
vão pular carnaval no intuito de brigar, usar drogas e demais
atividades ilícitas, que jamais fariam em sua cidade na presença
de conhecidos.
O
culto à sensualidade já marca o compasso de espera
e é a marca registrada dos componentes, dos integrantes das
escolas de samba que desfilam seus carros alegóricos em meio
às luzes dos refletores e câmaras de TVs tentando focar
os corpos desnudos das mulheres em meio a gritos desconexos. Um
culto explícito ao paganismo declarado.” Neste contexto
entra a negligência ao batismo: a imersão ou a simples
aspersão com água significa um renascer espiritual,
com purificação de todas as culpas e pecados. Não
se trata aqui de moralismo religioso! Refiro-me nestas palavras
a necessidade urgente de mudança, de ação,
com seriedade na coisa pública. Com obras que marquem os
mandatários como pessoas de bem, íntegras! Que motivem
a sociedade a não se omitir ou sonegar impostos, proporcionando
o verdadeiro crescimento. É isso!
O carnaval tem a fama de ser a festa da luxúria. Também
encontrei essa análise a respeito da folia. Além deste
item e muitos outros que foram enumerados contrários ao carnaval,
ainda pesam outras prioridades. Poderia citar aqui uma infinidade
delas! Para não caminharmos muito longe: o setor de saúde
pública está funcionando bem? Contudo, só para
ficar num exemplo: no caso específico de Presidente Venceslau
passou-se o ano 2000, estamos quase chegando a 2010 e ainda não
temos um Centro de Hemodiálise. Não é de lascar!
Porém, para o carnaval neste período não faltou
grana...
Até quando vamos pular esta idéia?
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